Acessibilidade em campo: fortalecendo práticas acessíveis e anticapacitistas
Publicada em: 09/03/2026
Nós, do Instituto Vini Jr., temos um compromisso inabalável com uma educação pública cada vez mais eficaz, igualitária e plural. Por isso, seria impossível deixar a acessibilidade “fora do jogo”.
Em 2026, demos um passo importante para a concepção e realização de projetos ainda mais plurais e conectados à realidade das escolas brasileiras, trazendo uma consultoria em acessibilidade para fortalecer nossas ferramentas educacionais. A proposta é tornar nossas soluções mais acessíveis e adaptar nossa linguagem, garantindo maior inclusão.
Durante o evento Preleção — uma agenda interna em que reunimos todos os nossos profissionais —, Grazi Caetano, da Clarear Soluções, fez uma explanação sobre a importância da área e sobre o combate ao capacitismo. A conversa passou desde a revisão de frases e ditados com esse caráter até a proposição de práticas mais inclusivas, tanto no dia a dia quanto em projetos futuros.
Especialista em ESG, Grazi apresentou uma definição central para o tema: “A acessibilidade é um conjunto de práticas que garantem que todas as pessoas, com ou sem deficiência, tenham acesso igualitário aos espaços, conteúdos e oportunidades”.
Ainda durante a apresentação, todo o time do Instituto foi convidado a uma imersão em um glossário anticapacitista e a reflexões sobre como podemos contribuir para uma escola pública menos segregadora e mais preparada para as diferentes formas de acessibilidade. Entre os tópicos apresentados estavam dados que evidenciam a situação atual e dimensionam o tamanho do desafio que a sociedade enfrenta. Um deles aponta que 34% das escolas no Brasil não possuem qualquer recurso de acessibilidade.
“É muito importante propor essa reflexão sobre quais termos não devemos usar e sobre como podemos ser, no nosso dia a dia, pessoas engajadas na causa anticapacitista e com um olhar generoso sobre as diferentes formas de existir”, comentou Grazi Caetano.
Com o apoio desta consultoria, ao longo deste ano pretendemos adequar nossas ferramentas educacionais às diretrizes de acessibilidade, criar um protocolo de escolha e ambientação dos Centros de Tecnologias Educacionais Base que considere critérios de acessibilidade física, informacional e pedagógica, além de promover a cultura anticapacitista em nossos discursos e práticas corporativas.
Assim, fortalecemos nosso compromisso com um atendimento cada vez mais plural e respeitoso, impactando professores e alunos nas escolas parceiras de nossos projetos.
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